Plataforma da Fundação Paulo Cavalcanti foi apresentada a lideranças empresariais durante o Encontro do Associativismo da Bahia
Conectar associações, dar visibilidade ao trabalho desenvolvido nos municípios e facilitar a troca de experiências entre organizações. Essa é a proposta da Rede Via Cidadã, apresentada pela Fundação Paulo Cavalcanti durante o Encontro do Associativismo da Bahia, realizado em Salvador, entre os dias 24 e 26 de setembro.
A plataforma foi apresentada por Cris Santos, diretora executiva da Fundação, a presidentes e dirigentes de associações comerciais de diferentes regiões do estado. Desenvolvida pela Fundação Paulo Cavalcanti, por meio do Movimento Via Cidadã, com apoio da FACEB, a Rede utiliza a tecnologia para reunir instituições e iniciativas em um mesmo ambiente.
“O que a gente precisa fortalecer no nosso país? A cultura associativista. E, para fortalecer essa cultura, a gente desenvolveu uma plataforma que vai conectar as associações de todo o Brasil e até mesmo do mundo”, explicou Cris.
Na prática, a Rede permite localizar organizações por região, conhecer sua atuação e divulgar ações desenvolvidas pelas entidades. A ideia é enfrentar um problema identificado pela Fundação: muitas experiências permanecem isoladas e as informações sobre as organizações estão dispersas. A plataforma pretende aproximar quem atua nos territórios de quem busca parceiros, referências ou oportunidades de colaboração.
Durante a apresentação, Cris demonstrou o funcionamento da ferramenta e convocou as associações presentes a cadastrarem suas informações e iniciativas. “Para que essa rede cresça e se fortaleça, precisamos de cada um de vocês”, afirmou.
A Rede Via Cidadã não é restrita às associações comerciais. A proposta inclui organizações sociais e outras instituições ligadas à participação cidadã, ampliando as possibilidades de conexão e compartilhamento de experiências.
“Estamos à disposição para fortalecer cada vez mais essa cultura associativista no nosso estado. Contamos com vocês para fazer parte dessa rede de transformação”, concluiu Cris Santos.